É um método de levantamento utilizado para a obtenção de informações detalhadas da superfície e do relevo submerso em ambientes como rios, lagos, reservatórios, estuários e regiões costeiras. É fundamental para a compreensão da morfologia do fundo, identificação de variações de profundidade e análise de processos sedimentares. O processo é realizado por meio da integração de tecnologias como sonar (mono ou multifeixe) e sistemas de posicionamento GNSS, garantindo medições precisas e georreferenciadas. A partir dos dados coletados, são gerados produtos como modelos digitais de terreno (MDT), perfis batimétricos e mapas de profundidade.

Conjunto de práticas e técnicas utilizadas para monitorar e gerenciar a sedimentação em ambientes aquáticos, como rios, lagos, reservatórios e estuários. Envolve a medição e análise da quantidade, composição e movimento dos sedimentos, que podem acumular e afetar a capacidade de armazenamento, a qualidade da água e a eficiência de infraestruturas hidráulicas. O controle sedimentológico ajuda a prevenir problemas como o assoreamento, preservando a funcionalidade de barragens, canais e ecossistemas aquáticos, além de auxiliar no planejamento de dragagens e outras intervenções de manutenção.

Estudo técnico elaborado a partir de dados topográficos e batimétricos que relaciona o nível d’água à área inundada e ao volume armazenado em reservatórios, por meio da modelagem do relevo e da análise espacial do terreno, gerando informações essenciais para o planejamento hídrico, controle operacional e gestão de recursos naturais. Os resultados permitem estimar a capacidade de armazenamento em diferentes cotas e subsidiar projetos de engenharia e estudos ambientais com maior precisão. O desenvolvimento do estudo atende à Resolução Conjunta ANA/ANEEL nº 127/2022, garantindo padronização metodológica, rastreabilidade e confiabilidade dos dados, em conformidade com os critérios dos órgãos reguladores.
